quarta-feira, 29 de julho de 2009

8 BONS PRESENTES QUE NÃO CUSTAM 1 CENTAVO


Oito Bons Presentes Que Não Custam um Centavo

O PRESENTE ESCUTAR... Mas você deve realmente escutar. Sem interrupção, sem distração, sem planejar sua resposta. Apenas escutar.

O PRESENTE AFEIÇÃO... Seja generoso com abraços, beijos, tapinhas nas costas e aperto de mãos. Deixe estas pequenas ações demonstrarem o amor que você tem por família e amigos.

O PRESENTE SORRISO.... Junte alguns desenhos. Compartilhe artigos e histórias engraçadas. Seu presente será dizer, "Eu adoro rir com você."

O PRESENTE BILHETINHO... Pode ser um simples bilhete de "Muito obrigado por sua ajuda" ou um soneto completo. Um breve bilhete escrito à mão pode ser lembrado pelo resto da vida, e pode mesmo mudar uma vida.

O PRESENTE ELOGIO... Um simples e sincero, "Você ficou muito bem de vermelho", "Você fez um super trabalho" ou "Que comida maravilhosa" faz o dia de alguém.

O PRESENTE FAVOR... Todo dia, faça algo amável.

O PRESENTE SOLIDÃO... Tem momentos em que nós não queremos nada mais do que ficar sozinhos. Seja sensível à esses momentos e dê o presente da solidão ao outro.

O PRESENTE DISPOSIÇÃO... A maneira mais fácil de sentir-se bem é colocar-se à disposição de alguém, e isso não é difícil de ser feito.

terça-feira, 28 de julho de 2009

A MÁGIA DAS CORES


ESCOLHA A COR QUE VOCÊ MAIS SE IDENTIFICA E CONFIRA O RESULTADO

AMARELO
OOOOOO


É a cor da vida. Gostam dessa cor pessoas otimistas, fraternas, alegres, idealistas, sonhadoras, e que tem alma de artista. É a cor das pessoas ligadas à comunidade e à sociedade.


AZUL


É a cor de pessoas conservadoras, que não gostam muito de mudanças e dificilmente mudam de opinião.

BRANCO

Refere-se a areal sexual. Pessoas que tem bloqueio na área sexual, excesso de limpeza e sensação de pecado têm preferência pela cor branca.


CINZA/GRAFITE


Gostam dessa cor pessoas que estão com uma grande insatisfação na vida. Aparência pode ate ser agradável, mas a tristeza é grande. A pessoa se sente pressionada afetivamente e infeliz, mas nem sempre demonstra, se você se sentir assim, procure se distrair, fique perto das pessoas que gosta de você, sinta a alegria da natureza, coloque roupas mais alegres, mas se você se sente muito deprimido procure ajuda psicológica.


DOURADO


Ligado ao afeto e ao amor, cor dourada é uma cor vibrante, mais potente que o amarelo.


LARANJA


É a cor da transição. Refere-se a um momento de mudanças e transformações, geralmente a preferência pelo laranja ocorre por períodos muito curtos.


MARROM


Significa a capacidade que o individuo tem para lidar com dinheiro. Gostam dessa cor pessoas que são cabeças de família e fazem tudo com alegria. No entanto, não se envolvem afetivamente.


PRATA


Ligada à lua e ao mundo espiritual, a cor prata acelera o processo de projetos e pesquisas.


PRETO


Gostam dessa cor pessoas autoritárias, que não aceitam o tipo de sistema em que vivem. Também são idealistas e amorosas, mas não demonstram seu amor por medo de serem magoadas.



ROSA


É a cor preferida das pessoas ternas, amorosas, mas que tem dificuldade de expressar esses sentimentos. Gostariam de agasalhar a todos, mas tem dificuldade de demonstrar isso por medo da rejeição.


VERDE


Gostam desse tom pessoas boazinhas, porem interesseiras. Tudo o que fazem esperam retorno. Sabem fazer amizade, vivem em sociedade e comunidade, mas estão sempre com segundas intenções.


VERMELHO


O vermelho se refere às pessoas que têm personalidade guerreira, combativa, que gostam de mudanças. Não temem nada e são elétricas.

EQUILIBRANDO-SE NA COZINHA


Os alimentos possuem um incrível poder mágico, hoje pouco usados por causa da falta de tempo que o mundo de hoje nos impõe, mas tire momentos para se distrair na cozinha laboratório mágico da casa, o ritual que ensinarei a seguir e para quando achamos que não vamos conseguir realizar nossos desejos ou quando nos sentimos cansados demais para seguir em frente na luta de cada dia, tome um banho e coloque uma roupa confortável e clara, passe o seu perfume preferido, vá para a cozinha coloque uma vela branca na bancada um cálice de água pura, e um incenso de flores, enfeite ao seu gosto traga os seus cristais para perto de si e chame as fadas e gnomos para te ajudar a preparar um bolo, coloque uma musica alegre e calma, uma cantiga celta ou uma canção medieval, ou alguma musica que você sinta-se bem ouvindo, sinta a presença dos seres mágicos fadas e gnomos, escolha a receita que vocês irão fazer então coloque os ingredientes sobre a mesa, visualize as fadas e os gnomos te ajudando e circulando pela cozinha, converse com as fadas como velhas amigas, e grandes revelações ira acontecer entre a pia e o fogão, imagine claramente que assim como você é capaz de fazer aquele bolo, você é capaz de realizar qualquer transformação em sua vida, você é plenamente capaz de pegar ingredientes crus, e rústicos e criar uma coisa nova e saborosa, isso é mágica, a cada passo realizado você fica mais próximo do bolo, misture os ingredientes do bolo com ajuda dos seu amigos mágicos, coloque a massa no forno e visualize seus desejos crescendo e tomando forma, quanto o bolo ficar pronto passe uma calda bem gostosa em cima, e o primeiro pedaço ofereça as fadas e os gnomos os agradecendo pois foram eles que te ajudaram na preparação, coloque este pedaço de bolo perto de uma planta ou em algum lugar alto, coloque um copo de leite ou um suco natural perto, divida o bolo com sua família e sinta a felicidade tomar conta de sua vida, este pequeno ritual é bom para fortalecer a autoconfiança e a auto-estima, mostrando que você é capaz de fazer qualquer coisa que queira, sabendo que sempre terá ajuda de seus amigos e familiares.

Abaixo segue uma receita de bolo que você pode fazer com este ritual, esta receita é uma dica você pode fazer qualquer uma.

BOLO DO SOL

Este bolo trabalha com as energias do sol, trazendo para nossas vidas o brilho, a fama e à energia desse astro, ele é indicado quando nos sentimos apagamos e tristes, faça-o sempre mentalizando os resultados esperados, se quiser enquanto prepara o bolo, você pode acender, uma vela laranja ou dourada, untada com essência de canela ou cravo com flores amarelas e laranjas numa jarra de água com um pouquinho de açúcar, isso e optativo, pois o essensial é a sua alegria.

Ingredientes

massa

5 ovos
2 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de suco concentrado de laranja
¼ de xícara de óleo
1 colher de fermento em pó

Para calda

½ xícara de suco de laranja concentrado
3 colheres de açúcar

Recheio e cobertura

1 lata de pêssegos em calda
2 xícaras de leite
2 colheres de sopa de açúcar
2 gemas
1 colher rasa de manteiga
1 colher de essência de baunilha
½ litro de creme de leite batido em chantili


Modo de fazer

Bata as claras em neve, bata as gemas com o restante dos ingredientes da maça, junte delicadamente as claras batidas em neve, coloque a massa numa forma untada e enfarinhada, leve ao forno médio pré-aquecido, por 45 minutos ou até que doure.

Recheio

Misture as gemas num prato e reserve, cozinhe o leite e o açúcar até começar a ferver, baixe o fogo e junte a baunilha, mexendo sempre, junte a maizena diluída em ½ xícara de água. Quando engrossar, despeje duas colheres de sopa do creme quente sobre as gemas e misture, despeje lentamente a misture de gemas sobre o creme, mexendo sempre ate iniciar a fervura, retire do fogo e junte a manteiga derreta por cima do creme e misture somente quando esfriar isso evita que se forme uma película grossa por cima.

Montando o bolo

Corte o bolo ao meio, na parte de baixo do bolo molhe um pouco com a calda, recheie com o creme e coloque os pêssegos cortados em fatias encima do creme, una o bolo, e molhe a parte de cima também com a calda, enfeite com o chantili, com o creme ou com um glacê de sua preferência.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

RAPTADO PELOS CIGANOS


Uma piedosa mãe rezava todas as manhãs com o seu filhinho uma linda oração ao Anjo da Guarda. À força de tanto a repetir, com as mãozinhas entre as mãos da mãe, apesar de contar só três anos e meio de idade, ele aprendeu-a de cor: “Querido Anjo, Anjo santo, tu és o meu guarda e estás sempre a meu lado. Diz ao Senhor que quero ser bom e que do seu alto trono me proteja. Guia-me sempre pelo bom caminho, com todos os meus queridos. Assim seja”.

Numa manhã de Abril desse ano de 1894 – faz agora 109 anos – meia hora depois de ter tomado o café da manhã, o rapazinho saiu para o campo, para brincar. Fazia cabriolas com o cachorrinho, quando por ali passou uma caravana de ciganos.

O habitual espetáculo : uma carroça desconjuntada, puxada por dois jumentos, um bando de mulheres despenteadas e com vestidos garridos até aos pés, crianças, dois homens, um a guiar a carroça, outro atrás, na porta, tudo num ambiente de miséria.

Uma cigana, ao ver aquela flor de criança no prado, começou a chamá-la, mansamente, mostrando uns rebuçados (doces, balas).

O menino aproximou-se e a cigana desceu do carro, continuou a distribuir doces. Quando já tinham deixado longe a povoação, agarrou-o e meteu-o dentro da carroça, e vá de correr pela estrada afora.

Ao ver-se no meio daquela gente desconhecida, o pequenito começou a berrar desesperadamente, mas era tarde demais. O homem, que ia à porta, tapou-lhe a boca com a mão e impôs-lhe silêncio, com a ameaça de lhe bater se não se calasse. A caravana andou de terra em terra, atravessando campos e povoações.

Depois dos primeiros dias de agonia, o pobre menino foi-se resignando com a sua triste sorte. Parecia já um autêntico ciganinho. A cara suja, os cabelos desgrenhados, a roupa esfarrapada e nos olhos uma saudosa tristeza. Os patrões ensinaram-lhe alguns exercícios e habilidades, e empregaram-no a pedir esmola, provocando com o seu encanto a compaixão do povo. Assim se passaram quatro longos anos.

O miúdo, agora um rapazinho de 7 anos, sentia que aquela não era a sua família. Lembrava-se da sua casa, do jardim, do cachorrinho com que brincava; sobretudo, não podia esquecer a sua querida mãe, que o apertava ao colo, lhe dava mil beijos, chamando-lhe “meu amorzinho”. Certo dia fugiu da caravana, correu, correu muito, pelos caminhos fora, até cair cansado na valeta da estrada. Passando por ali umas bondosas pessoas, recolheram-no e levaram-no para a cidade mais próxima, entregando-o na Esquadra da Polícia, onde lhe deram de comer e o deitaram para descansar e dormir.

Na dia seguinte, o Chefe da Polícia conversou amigavelmente com ele, para conhecer bem a sua situação.

Começou por suspeitar que uns pais sem coração o tivessem abandonado. Perante as respostas do petiz descartou esta hipótese.

– Como te chamas?

– Franz.

Aquele não podia ser um autêntico nome francês.

Por isso o Comandante insistiu:

– Franz e que mais?

– Só sei assim.

– E a tua mãe como te chamava?

– Meu filhinho, meu amorzinho!

– Donde és?

– Não sei.

Saído de casa aos três anos, não era de admirar que não se lembrasse de mais pormenores. Além disso, a sua vida de cigano tinha-o amedrontado e destroçado. A sua linguagem era vacilante, e o modo de se exprimir, lento e difícil.

– És capaz de dizer alguma coisa da tua mãe, antes de eles te terem apanhado?

– Só me lembro da minha mãe, do jardim e do cachorro. – E como era a tua mãe?

– Muito linda! Era a minha mamã.

– Como se chamava?

– Assim: mamã.

– E o teu pai, quem é? Como se chamava?

– Não sei.

Uma vez que todas as outras tentativas se tinham manifestado vãs, o Comandante começou a brincar com o pequenito, para ver se conseguia mais algum dado que o fizesse sair daquele círculo fechado: um jardim, um cachorro e as saudades da sua querida mãe.

Finalmente a uma pergunta do Comandante, o rapazito respondeu que se lembrava duma oração ao Anjo da Guarda, que a mãe lhe tinha ensinado e que ele próprio rezava muitas vezes, até na carroça dos ciganos.

– És capaz de a dizer agora?

– Sim.

– Gostaria de a ouvir. Vá, diz a oração!

O pequenito levantou-se, ergueu as mãos, olhou para o ar e começou:

– “Querido Anjo, Anjo santo tu és o meu guarda que sempre a meu lado...”

O Comandante e os outros polícias aproximaram-se, enquanto o petiz continuava firmemente a oração até ao fim: “...com todos os meus queridos. Assim seja”.

– Isto – declarou o Comandante para os colegas – pode ser pista que nos leve ao fim desejado. Voltando-se para o pequeno, disse-lhe:

– Bravo, meu rapaz! A tua oração é muito bonita. És capaz de repetir?

– Sim, eu sou.

E o Comandante deu esta ordem ao Secretário:

– Escreva tudo. Com a ajuda de Deus espero bom resultado.

A oração ficou escrita tal como a tinha ouvido. Entretanto, o pequeno foi entregue a gente de confiança para que o vestisse, alimentasse e procurasse colher mais algumas informações. Se, por ventura, as obtivessem, deveriam comunicá-las à Polícia.

Não havendo naquele tempo rádio, televisão ou telefone, o Chefe da Polícia valeu-se do único meio ao seu dispor: o telégrafo. E mandou telegramas para os principais jornais da França. A notícia apareceu com os poucos dados até então conseguidos e a transcrição de apenas metade da oração ao Anjo da Guarda. A segunda parte ficaria como prova para se conseguir saber quem eram na verdade os pais.

Numa povoação da região do Mosa, talvez avisada por outras pessoas ou, por graça de Deus, uma boa mulher veio a saber que nos jornais tinha aparecido a notícia do aparecimento dum rapazinho de sete anos, que sabia rezar uma desconhecida oração ao Anjo da Guarda, da qual se transcrevia uma parte. A boa senhora exultou de alegria: aquela era a oração que ela tinha ensinado tantas vezes ao seu filhinho desaparecido misteriosamente há quatro anos. Nossa Senhora tinha escutado as suas orações.

Apresentou-se na esquadra da Polícia e afirmou:

– O rapazinho encontrado é certamente o meu filho Eugênio.

– Vamos ver se é verdade – responderam os frios homens da lei, enquanto lhe pediram que dissesse a oração até ao fim.

Confrontando as palavras da mulher com a cópia inteira que todas as esquadras da Polícia tinham recebido, reconheceram que havia inteira coincidência, mesmo até às palavras finais, não publicadas nos jornais, mas recebidas na esquadras.

A prova era indubitável! A feliz mãe parte, para a terra onde se encontrava redivivo o filho de tantas orações. A mãe e o pequenino abraçaram-se alegremente. Rezaram mais uma vez a oração ao Anjo da Guarda, que tinha servido de pista para se encontrarem.

Ainda que pareça um romance, este caso aconteceu realmente. O rapto do petiz verificou-se em Abril de 1894 e o seu encontro, quatro anos mais tarde, em 1898. O pequeno chamava-se Eugène Loup (Eugénio Lobo), tendo sido apanhado pelos ciganos em Fains, povoação entre Reims e Nancy. O encontro com a mãe verificou-se na cidade Amiens.


Fonte: Revista “Cruzada” – Braga, Portugal – Outubro – 2002 – pgs. 273-276.

CONTOS CIGANOS


1. A cruz dos ciganos
Conto de amor e ódio entre duas raças que podiam e deviam ter uma coexistência pacífica. Mas a intolerância dos não–ciganos leva os nômades ao desespero e ao eterno ir e vir. Os ciganos consideram a terra como sua pátria por isso não reconhecem fronteiras, nem têm hinos ou bandeiras. São gente do mundo, amam a paz. Merecem nosso respeito.

Ele lera coisas difíceis de acreditar contra os ciganos e decidiu investigar, pois duvidava como são Tomé. Assim, integrou-se a um grupo cigano e com ele viveu. Um grande amor aconteceu e grandes dramas se passaram. Correrias, tiroteios, chacinas... O povo-do-caminho sobreviveu? Enfim, houve justiça e como...

2. O último raio de luz
Dolorosa história de um menino cigano e sua amiga não-cigana. Todos somos irmãos e deveria prevalecer o mandamento do Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

3. O visitante da estrela
Aqui se vê que os ciganos vêm das estrelas. É um conto para jovens onde se dá interessante diálogo entre Deus e um anjo que se recusa ir a Terra. Mas ele tem que obedecer a Deus, para manter o equilíbrio cósmico, então recebe a honra de nascer nômade.

4. Quando os ciganos eram amados
É um conto de muito lirismo, evocando um tempo fantasioso onde os ciganos e não-ciganos podiam conviver em harmonia e respeito. Entretanto, basta um pequeno incidente para que se levantem dúvidas sobre a honradez dos filhos do vento, apesar de favores que eles prestam à comunidade.

5. Dies irae
Relata um trágico incidente ocorrido no Estado de Goiás há cinqüenta anos atrás. Um fazendeiro acreditou que sua filha tinha sido morta ou raptada por ciganos. Daí, enlouquecido e sem considerar o mal que ia fazer pegou seu caminhão e se dirigiu ao acampamento dos ciganos. Passou por cima de tudo e matou velhos, mulheres crianças e animais. Depois se soube que houve um engano a filha não morrera. É uma trágica história onde sobreleva o preconceito milenar contra os caminhantes.

6. Fantasmas
Conto sobrenatural, onde a realidade não é o que parece. Um fazendeiro perseguia sempre ciganos e os matava impiedosamente. Porém, um dia ele teve que ajustar contas com seu passado e, como castigo, foi designado a ir e vir por tempo infindo, do local do crime à fazenda do irmão, sem compreender porque isto acontecia.

7. Parecença
Quando os ciganos chegam, mudam o ambiente. Trazem luz e alegria através das danças pelo malhar das forjas, os negócios, o circo. Não querem o mal de ninguém, mas o destino às vezes tem outros caminhos e coisas dolorosas acontecem, independentes da vontade e da atuação do povo da estrada.

8. Naema
Estranha história de um homem que casou com uma mulher que mais parecia o coisa-ruim. Com pode uma mulher descer tanto? Como pode ser tão fria e traíra? Seja como for este conto nos mostra que o bem, cedo ou tarde triunfa sobre o mal.

9. Por amor a Mikaela
Comovente estória de um amor impossível entre uma cigana e um não-cigano. Mas se amavam tanto que superaram as barreiras da vida e, no além, continuaram a se amar e foram felizes além da vida.

10. Beijo
E Beijo não se rendeu... De como os poderosos, nos velhos tempos, tinham direito de vida e morte sobre os outros seres humanos. Estória de amor e vingança de um homem contra o assassino de sua mulher. Nos tempos dos tropeiros, só os nômades conseguiam rivalizar com eles em caminhos tão inacessíveis.

11. Além das águas do Estige
É possível um grande amor superar a própria morte? Quem sabe... Será que ela o amava ou ele se enganou redondamente... “Amor... Engano que na campa finda!”

12. Zero
Ah! Como ele era infeliz... Nada dava certo para ele. Desde a infância fora um ser muito solitário. Na juventude nada melhorou. Ele era um perdedor: infeliz no jogo e no amor. Por que viver assim? Era um zero à esquerda da vida. Decidiu por termo à vida Então foi à beira-mar e sentou-se na escadaria esperando a maré cheia que deveria engolfá-lo. Aconteceu algo muito singular. O que foi?

13. Epopéia cigana
Beijo era um forte mas acima de tudo um grande conquistador. Sua estória contada em prosa, foi adaptada em versos pelo poeta Geraldinho. A dramática aventura do cigano Beijo que a tantos encantou na cidade de Vassouras tornou-se lenda E que lenda!

FIM DE SEMANA


Este há de ser fim de semana sereno

Sábado é dia ir para a cozinha, preparar algo especial, porque me apetece complicar a culinária e fugir do tradicional.

Consegui arranjar um prato diferente para assar no forno, se possível num fogão de lenha.

De entrada vou fazer um patê caseiro. Gosto muito de experimentar a junção de ingredientes.

Para os amigos, umas latinhas de cerveja. Gelada e da hora, para matar a sede.

A sobremesa serão petiscos caseiros, feitos por mim. Levo jeito para fazer massas.

O recheio será como fazia minha avó quando eu era pequena, chantilly e cobertura de chocolate quente, para quem quiser.

Depois há de dispor de uma ciesta, aquela madorna gostosa!

O domingo será a vez do prato francês: "SOPRÊ DO Q RESTÔ"

Calmo, sereno e feliz, é o que vos desejo para este fim de semana.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

MOÇÕES DE VERÃO


por Luana Santahelena

os destinos traçados, em nossas vidas há
estes nos seguem e se cruzam, às vezes sim
ou noutras rumam paralelos, sem um só fim
deixam ou não marcas, onde se não for será

esteja comigo na travessia, sem rumo
corija a rota de colisão, no meu radar
lança junto às moções de verão, sem cercear
rompe as amarras, cuja rota fez sereno

demanda da solidão, meu receio dos ventos
pela ventura do despertar, sem seu sinal
cujo ponto de guinada fez soçobrar nau
inda com dolo dos entes deixados mortos

seria sóbrio, fiar meu sorriso em outrem
se minha dor se fiou de terceiros viventes
lançando em mim suas maléficas sementes
árvores com frutos sem sabor, não quero bem